O documentário Poder sem Controlo, de Harald Schumann, traz novas revelações sobre o “grupo de funcionários não eleitos que receberam o poder de mudar radicalmente” Portugal, a Grécia, a Irlanda e Chipre.

  • O documentário Poder sem Controlo, de Harald Schumann, traz novas revelações sobre o “grupo de funcionários não eleitos que receberam o poder de mudar radicalmente” Portugal, a Grécia, a Irlanda e Chipre.

  • Acuso-o, sim, de obediência cega, enquanto deputado, a um Governo que decide hoje do futuro da TAP do mesmo modo que obedeceu sempre aos ditames dos nossos actuais “patrões” europeus e ao FMI.

  • O alemão Schäuble: “Concordámos em discordar.” O grego Varoufakis: “Nem sequer concordámos em discordar.” O encontro dos ministros das Finanças da UE promete mais diálogos de ficção científica, tipo X-Men. Mas o careca aqui não é o mentalista Prof. Xavier, numa cadeira de rodas. O careca é o Wolverine Varoufakis e as suas garras de adamantium antitroika. Há uma guerra de mutantes na União

  • Os derivados de cobertura de risco, conhecidos por swaps, acumulavam perdas potenciais de 1830 milhões até Setembro, o que representou um agravamento superior a 200 milhões face ao mesmo período de 2013. Só os nove contratos comercializados pelo Santander, com o qual o Estado português trava um braço-de-ferro nos tribunais britânicos, atingiam um risco de prejuízo de 1355,1 milhões de euros, que só se concretiza quando atingem a maturidade ou quando são liquidados antecipadamente.

  • Em 2006, quando o Museu Berardo foi criado, houve desde logo quem dissesse que dez anos é pouco tempo, passa depressa. Aqui estamos. Em 2016, Estado e Berardo voltam a ter de negociar, o que faz de 2015 o último ano de funcionamento regular do museu – o que quer que “regular” queira dizer neste caso.

  • Mariana Mortágua, 28 anos, fala de Ricardo Salgado e da qualidade da gestão familiar do grupo. Mas adverte: “Não é só afastando a família Espírito Santo que vamos ter um sistema financeiro mais estável”.

  • O Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão condenou esta sexta-feira o BIC/BPN, o BPN-SGPS, a Galilei/SLN e os administradores José Augusto Costa, Luís Caprichoso e Francisco Sanches por falsificação de contabilidade, absolvendo os restantes arguidos do processo Contas Investimento do BPN.