• Por que razão este Governo é tão forte com os fracos e tão fraco com os fortes?

  • O CDS, na aceitação falaz de uma aparente irrelevância dogmática e discursiva, foi conivente com uma intervenção essencialmente política do Estado.

  • Os portugueses e as portuguesas estão habituados aos enredos intermináveis dos processos de criminalidade económica em que estão envolvidos poderosos.

  • César das Neves é dos que acham (como toda a liberalice económica) que a culpa do endividamento português é sempre dos “direitos adquiridos”, dos que foram “os mais favorecidos nos anos de fartura” (“funcionários, médicos, professores, pensionistas, autarquias”, diz ele), que se “fingem desvalidos e abusam dos impostos dos pobres”. Esses é que arrombaram a economia do português “poupado e prudente”!

  • As sociedades Parups e Parvalorem, proprietárias dos quadros de Joan Miró, que pertenciam ao ex-BPN, informaram esta segunda-feira a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que não consideram haver interesse na sua classificação, disse à Lusa fonte da Parvalorem.