Advogada diz que director artístico do Bolshoi atacado com ácido ainda não vê
Sergei Filin foi atacado a 17 de Janeiro à porta da sua casa, em Moscovo, e encontra-se ainda na Alemanha em tratamento.
Por PÚBLICO
Sergei Filin foi atacado a 17 de Janeiro à porta da sua casa, em Moscovo, e encontra-se ainda na Alemanha em tratamento.
Por PÚBLICO
Sergei Filin foi atacado a 17 de Janeiro à porta da sua casa, em Moscovo, e encontra-se ainda na Alemanha em tratamento.
Por PÚBLICO
Um tribunal de Moscovo decidiu esta terça-feira que Pavel Dmitrichenko vai continuar detido, pelo menos até 18 de Junho.
Por PÚBLICO
Sergei Filin deu uma conferência de imprensa na Alemanha depois de ter sido sujeito a várias operações aos olhos e ao rosto.
Por AFP e PÚBLICO
O Presidente não considera que este incidente prejudique a reputação do teatro.
Carta enviada ao presidente russo questiona inquérito feito pela polícia que levou à prisão de um elemento da companhia de ballet russa.
Pavel Dmitrichenko enfrentou a juíza perguntando-lhe se tinha a certeza de ser ele o responsável pelo ataque ao director do Bolshoi. Ficou em prisão preventiva e foi formalmente acusado.
Polícia deteve três homens e implicou Pavel Dmitrichenko, um dos intérpretes principais da companhia de ballet russa. Rivalidades profissionais estarão na origem do ataque com ácido.
A polícia de Moscovo efectuou buscas no apartamento de Pavel Dmitrichenko, bailarino solista da companhia.
Vítima de um ataque com ácido sulfúrico a 17 de Janeiro, Sergei Fillin encontra-se internado num hospital em Moscovo. Numa entrevista à BBC, emitida este fim-de-semana, o director do Ballet Bolshoi disse saber quais os motivos e os autores do crime.
Por Mário Lopes
Svetlana Lunkina acusa um parceiro de negócios do marido, o produtor Vladislav Moskalyev, de estar por trás das ameaças. Mudar-se-á para o Canadá até ao final da temporada do Bolshoi.
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