Como os galos perderam o pénis
Equipa descobriu que há uma morte celular programada durante o desenvolvimento embrionário.
Por PÚBLICO
Equipa descobriu que há uma morte celular programada durante o desenvolvimento embrionário.
Por PÚBLICO
Equipa descobriu que há uma morte celular programada durante o desenvolvimento embrionário.
Por Nicolau Ferreira
Fóssil encontrado há décadas foi agora identificado como espécie nova de lagarto gigante que viveu há quase 40 milhões de anos, numa altura em que a Terra era bem mais quente.
Por Nicolau Ferreira
Populações da barata-germânica, que vagueia pelas habitações de todo o mundo, deixaram de gostar de açúcar. Descobriu-se agora que o sabor da glucose deixou de ser doce e passou a ser amargo nesta espécie.
Por Nicolau Ferreira
Resultados mostram que as coníferas foram acumulando ADN, ao longo de milhões de anos, que não parece ter uma função.
Por Nicolau Ferreira
É das mais antigas espécies de árvores com flor. O ADN mitocondrial do tulipeiro foi sequenciado e mostra que quase não sofreu alterações de geração para geração.
Por PÚBLICO
Uma batalha de 15 anos foi finalmente ganha pelos ambientalistas para a preservação de uma espécie que está em perigo de extinção.
Por Nicolau Ferreira
Descoberta pode ajudar a desenvolver fármacos que combatam doenças como a Alzheimer, Parkinson ou a coreia de Huntington.
Por João Carlos Pereira
O tema não é novo e tem originado muita discussão. A própria FIFA sente desconforto com o assunto, que está longe de ser resolvido. Na América do Sul, sempre que há um jogo com alguma importância, seja para a Taça dos Libertadores, Copa América ou apuramento para um Mundial, os media noticiam-no e reacende-se a polémica: equipas e seleções de países andinos – Bolívia, Colômbia, Equador e Perú – chegam a realizar os seus jogos em estádios entre os 2600 e os 4000 metros de altitude e tiram clara vantagem do fator casa. Por vezes conseguem resultados desnivelados, que banalizam equipas mais dotadas e, para desagrado dos argentinos, brasileiros e uruguaios, chegam a eliminá-las...
Por Teresa Firmino
Nas plantas, os cientistas observaram funções distintas desempenhadas pelo mesmo gene nas raízes e nas folhas.
Por AFP
Um ratinho foi clonado, as suas crias foram clonadas, as crias destas foram clonadas e por aí fora – 26 vezes ao todo. Segundo os autores, o trabalho mostra que é possível reproduzir em massa animais de grande valor, mesmo após a sua morte.
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