Banco Alimentar fez 300 mil euros em alimentos com recolha de papel
Uma campanha levada a cabo por várias instituições conseguiu recolher durante 11 meses, 3000 toneladas de papel, que foram trocadas por dinheiro para comprar leite, atum e azeite.
Por Lusa
Uma campanha levada a cabo por várias instituições conseguiu recolher durante 11 meses, 3000 toneladas de papel, que foram trocadas por dinheiro para comprar leite, atum e azeite.
Por Lusa
Uma campanha levada a cabo por várias instituições conseguiu recolher durante 11 meses, 3000 toneladas de papel, que foram trocadas por dinheiro para comprar leite, atum e azeite.
Por Lusa e Marisa Soares
Resultados superam edições anteriores da iniciativa Alimente esta ideia, que este ano começou mais cedo.
Por Lusa
Presidente do Banco Alimentar defende que se compre alimentos em menores quantidades para evitar que se estraguem.
Por Victor Ferreira
Quantidade de alimentos recolhidos nos dois dias do último fim-de-semana ficam ligeiramente abaixo da registada em 2011, ano em que já tinha havido uma quebra.
Por Victor Ferreira
Números de sábado satisfazem a organização, que elogia a adesão "muito significativa" dos portugueses. Neste domingo, a campanha continua em 1668 supermercados e na Internet a recolha prossegue até 9 de Dezembro.
Campanha decorre este fim-de-semana nos supermercados e hipermercados de todo o país, onde mais de 38 mil voluntários estarão a recolher donativos.
Por Marisa Soares
Campanha nos supermercados decorre no próximo fim-de-semana. Isabel Jonet recusa comentar se campanha pode ser afectada pelas suas declarações polémicas.
Por Lusa
Na última campanha o Banco Alimentar conseguiu 72,5 toneladas de alimentos e agora espera ultrapassar esse valor. Donativos podem ser feitos até 9 de Dezembro.
Por PÚBLICO
Marcelo Rebelo de Sousa disse este domingo que as declarações polémicas de Isabel Jonet não podem nunca pôr em causa o seu trabalho no Banco Alimentar (BA). O antigo líder do PSD defendeu que os portugueses devem continuar a contribuir com as doações, ao contrário do que têm sugerido os vários movimentos e petições contra a presidente do BA.
Portugal e outros estados-membros vão poder receber menos ajuda da Comissão Europeia. O Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados vai desaparecer. Em vez dele, a Europa propõe um fundo que deverá ter menos dinheiro para distribuir por mais países.
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