Editor Fugas online
Luís J. Santos
Cresci numa praia onde cada Verão era um mundo. Depois, aprendi tudo na rádio local (Praia, por sinal), entre conversas em directo com ouvintes, discos pedidos e notícias. Cheguei ao PÚBLICO no dia em que a Amália morreu para integrar a revolução online do Última Hora. Nunca mais parti, entre idas e voltas. Pelo caminho, licenciei-me em Comunicação, apurei o jornalismo (no abençoado Cenjor) e áreas várias (fotografia, TV, rádio, etc.), trabalhei num call-center, traduzi novelas, vivi em Barcelona. Tentei estudar filosofia, cinema e teatro. E contino a tentar. Para mim, a Internet é só mais uma maneira de continuar a conversar e a viajar. Todos os dias aprendo algo com um leitor e dou graças por isso. O meu sonho é ser boxeur numa ilha tropical.
