Professores contratados avançam com denúncias na Comissão Europeia
A associação de docentes a contrato vai explicar como fazer queixa do Governo por incumprimento de directiva comunitária.
A associação de docentes a contrato vai explicar como fazer queixa do Governo por incumprimento de directiva comunitária.
A associação de docentes a contrato vai explicar como fazer queixa do Governo por incumprimento de directiva comunitária.
O presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC), César Israel Paulo, afirmou esta quinta-feira que os docentes sem vínculo foram “traídos pelas federações sindicais” que negociaram com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) o processo de vinculação extraordinária.
A negociação da proposta de decreto-lei que vai regular a vinculação extraordinária de professores chega esta quinta-feira ao fim sem o acordo da Federação Nacional de Educação (FNE), a primeira organização que reuniu, hoje, com os representantes do Ministério da Educação e Ciência (MEC), para conhecer a versão final.
Docentes queixam-se de discriminação face aos professores que já estão no quadro e exigem mudança da proposta de decreto-lei.
Em Portugal está a ocorrer "um retrocesso" na aprendizagem de idiomas estrangeiros. A acusação é da Federação Nacional de Associações de Professores de Línguas Vivas (FNAPLV) e é dirigida ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) que, segundo a federação, se guiou por "princípios economicistas" ao fazer as alterações que "ameaçam a qualidade e a diversidade da oferta curricular".
Por Clara Viana
Os documentos com a proposta das metas curriculares para o ensino básico não foram ontem, quinta-feira, disponibilizados aos responsáveis das associações de professores que compareceram na sessão de apresentação promovida pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, e que decorreu durante todo o dia.
O teste intermédio de Matemática do 9.º ano foi “excessivamente complexo” e “completamente desadequado”, dizem as associações de professores.
Melhorar resultados na educação é a meta traçada por ex-governantes, mas para as associações de professores o futuro para lá do PISA é, por enquanto, nebuloso.
Mais de 230 mil alunos do 4.º e 6.º anos de escolaridade fazem amanhã e sexta as provas de aferição a Língua Portuguesa e a Matemática, mas o primeiro a ser classificado será o Ministério da Educação (ME), que já está sob a vigilância das sociedades científicas e das associações de professores.
Por Bárbara Wong
As associações de professores estão de acordo: os alunos do 3.º ciclo estão sobrecarregados, têm disciplinas a mais. Mas, quando se lhes pergunta onde cortar, defendem a sua disciplina e até pedem mais tempo para ela. Talvez cortar nas áreas curriculares não-disciplinares, avançam, mas o conteúdo destas também é necessário, contrapõem logo de seguida. Uma coisa é certa: querem ser ouvidos pelo Ministério da Educação. Afinal, são eles que estão nas escolas e têm o "saber profissional".
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