Hollande reconhece a colonização "injusta e brutal" da Argélia
Cinquenta anos depois do fim da guerra da Argélia, Presidente francês quer mais cooperação para conseguir "a paz das memórias"
Por PÚBLICO
Cinquenta anos depois do fim da guerra da Argélia, Presidente francês quer mais cooperação para conseguir "a paz das memórias"
Por PÚBLICO
Cinquenta anos depois do fim da guerra da Argélia, Presidente francês quer mais cooperação para conseguir "a paz das memórias"
Barzakh é o nome da editora do argelino Sofiane Hadjadj que conta o seu país através dos livros.
Por PÚBLICO
Taoufik Makhloufi teve 300 metros finais de euforia e bateu toda a concorrência, chegando à meta com 3m34,08s. O argelino colocou o país de volta aos momentos de glória, com o ouro nos 1500 metros.
A UE legitimou os resultados das legislativas, mas o académico Larbi Sadiki, especialista no Magrebe, desconfia que a vitória do antigo partido único sobre os islamistas “foi um golpe de um presidente civil”.
A Frente de Libertação Nacional (FLN), antigo partido único, venceu as eleições legislativas na Argélia, ao conquistar 220 dos 462 lugares do Parlamento, informou o ministro do Interior, Daho Ould Kablia. A União Democrática Nacional (RCD), do primeiro-ministro cessante, Ahmed Ouyahia, ficou em segundo lugar (68) e a coligação islamista foi relegada para a terceira posição (48), quando as sondagens a davam como favorita.
Por PÚBLICO
Geoffrey Serey Die é um médio defensivo da Costa do Marfim que tem feito uma carreira discreta no futebol europeu. Depois de passagens pela Tunísia e pela Argélia, chegou em 2008 à Suíça para representar o FC Sion.
Ahmed Ben Bella, o primeiro Presidente da Argélia depois da independência, morreu esta quarta-feira em Argel aos 95 anos.
Por Isabel Gorjão Santos
Mohamed Merah, autor confesso dos ataques em Toulouse em que morreram sete pessoas, foi sepultado nesta quinta-feira nos arredores de Toulouse, após várias horas de impasse. Foi o momento que a Argélia recusou e a França quis ultrapassar depressa.
Por Lusa e PÚBLICO
O funeral de Mohamed Merah, autor confesso dos ataques em Toulouse em que morreram sete pessoas, foi adiado 24 horas, depois de a Argélia ter recusado que a cerimónia fúnebre se realizasse neste país.
Por Reuters
As autoridades argelinas recusaram-se a deixar que o corpo de Mohamed Merah, o atirador que matou sete pessoas em França e acabou morto numa operação policial em Toulouse, entrasse no país para aí ser sepultado, como o seu pai tinha pedido.
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