Alzheimer

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  • O produto não é novo. O embrulho, sim. A Junta de Matosinhos apresenta segunda-feira uma mochila escolar com um localizador de GPS dissimulado, que permite aos pais perceberem se os filhos se desviam das suas rotas normais. O autarca António Parada explica que esta "inovação" é fruto de uma parceria com a empresa Agaffashion, que produz a mochila, e a Inosat, que em 2009 começou a comercializar o Child Locator, uma pequena caixa, com um chip, com os mesmos objectivos do novo produto.

  • O cérebro encolhe. É um facto normal do envelhecimento. O córtex cerebral diminui de volume ao longo da vida, tal como as nossas memórias se vão perdendo. Há muito que os cientistas estudam a demência ou doenças como a Alzheimer, com o objectivo de aprender algo que possa ajudar a combater tudo o que ponha em risco a consciência, o nosso precioso "eu". Mas as respostas podem vir de onde menos se espera: de pessoas com excelente memória.

  • Uma mutação no gene que codifica a molécula precursora da proteína beta-amilóide confere protecção contra a doença de Alzheimer, revela um artigo na edição desta quinta-feira da revista Nature.

  • Cientistas da Suécia conseguiram ver, usando neurónios coloridos, que uma proteína se transmite no cérebro como se fosse uma infecção, desencadeando a doença de Alzheimer. É o segundo artigo científico numa semana que aponta para o mesmo sentido: esta doença é causada por proteínas que se tornam "infecciosas" e se acumulam no cérebro.

  • Pela primeira vez, uma vacina contra a doença de Alzheimer teve bons resultados num ensaio clínico. Liderada pelo Instituto Karolinska, na Suécia, uma equipa de cientistas testou a nova vacina durante um ensaio que envolveu 58 doentes de Alzheimer. Verificou-se, segundo o estudo publicado na revista The Lancet Neurology, que a vacina conseguiu desencadear a produção de anticorpos contra uma proteína que se acumula no cérebro destes doentes e o danifica – a beta-amilóide.

  • Na doença de Alzheimer, ocorre a acumulação no cérebro de uma proteína que destrói os neurónios e degenera progressivamente as funções corporais em geral. Para sua surpresa, uma equipa de cientistas descobriu agora que o colesterol tem um papel importante na produção desta proteína - a beta-amilóide -, o que o torna um possível alvo para travar o desenvolvimento desta doença.