• Preços de produtos como o feijão, o açúcar e o arroz dispararam na capital angolana. Nos últimos dias, um saco de arroz passou de 18 euros para 22,10 euros.

  • No primeiro semestre a subida na venda de bens foi de 47% mas níveis ainda estão baixos, numa altura em que as relações entre os dois países entram num novo ciclo.

  • Não há indicadores económicos e sociais fiáveis, o país está no fundo da tabela da corrupção e dos índices de desenvolvimento humano, descreve Karina Carvalho, da Transparência Internacional. Mas pede aos angolanos que ajam, em vez de apenas se queixarem.

  • Estima-se que o número de migrantes a entrar em Espanha em 2017 duplique em relação ao ano anterior.