A Acapor - Associação do Comércio Audiovisual de Portugal quer que o Ministério da Cultura intervenha para travar a crise que grassa nos estabelecimentos de venda e aluguer de clubes de vídeo.
Dizem que, desde o princípio do ano, as quebras do negócio já rondam os 35 por cento e que já restam só cerca de 600 estabelecimentos em todo o país. Nos últimos 11 meses, 20 por cento das casas fecharam devido a problemas financeiros decorrentes da pirataria na Internet.
"Andamos há dois ministros, que é como quem diz há seis anos, a tentar falar com o Ministério da Cultura para que, através da IGAC [Inspecção-Geral das Actividades Culturais], se tomem medidas para travar a pirataria através da Internet, que tantos prejuízos causa ao sector e que é responsável pelo engrossar do número de desempregados no país", disse ontem ao PÚBLICO o porta-voz da Acapor, Nuno Pereira.


