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Até 2015, as vendas deverão rondar os 134 mil milhões de euros

Comércio online na Europa a caminho dos cem mil milhões de euros

28.02.2011 - 19:31 Por Pedro Crisóstomo

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A maioria dos adultos na Europa já faz compras online A maioria dos adultos na Europa já faz compras online (Nuno Ferreira Santos)
Se a progressão do crescimento anual, de dez por cento, do comércio online na Europa confirmar as previsões da Forrester Research, dentro de dois anos, as vendas através da internet vão ultrapassar a barreira psicológica dos cem mil milhões de euros.

A estatística hoje publicada pela empresa de estudos de mercado na área da tecnologia prevê que as vendas online vão disparar dos 81 mil milhões de euros gerados no ano passado para 134 mil milhões de euros em 2015.

Já este ano, o crescimento estimado para 17 países europeus será até superior aos dez por cento anuais previstos para os próximos cinco anos. A progressão deverá ser de 13 por cento em 2011, para os 92 mil milhões de euros, e chegará até aos 103 mil milhões no ano seguinte. O crescimento será, a cada ano, percentualmente menor em relação ao registado em 2010, cifrado nos 18 por cento, e tenderá a retrair progressivamente até 2015, prevê a Forrester.

Neste momento, a maioria dos adultos (57 por cento) já faz compras online na Europa, sendo os britânicos os que mais gastam nesta modalidade (uma média de cerca de 870 euros no ano passado) e os espanhóis os que menos compraram recorrendo à internet (cerca de 225 euros em 2010).

A subida registada no ano deveu-se, sobretudo, à conjugação de dois factores: novos compradores online e aumento dos gastos nas compras per capita, sublinha em comunicado o vice-presidente da empresa, Patti Freeman Evans.

O crescimento do mercado deverá ser acompanhado na mesma proporção nos Estados Unidos (à volta dos dez por cento). E também aqui o aumento será, segundo a Forrester, inferior em termos percentuais à subida verificada em 2010. A subida foi, no ano passado de 12,3 por cento, especifica Patti Freeman Evans, resultado de um “regresso do comportamento dos consumidores à normalidade”.

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