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Previsão da Associação Portuguesa das Agências de Viagens

"Wilma": turistas portugueses no México deverão regressar amanhã

25.10.2005 - 13:49 Por Lusa

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O furacão fustigou toda a zona do Golfo do México O furacão fustigou toda a zona do Golfo do México (EPA)
Os cerca de 360 turistas portugueses que estão retidos na Riviera Maya, no México, por causa do furacão "Wilma", deverão regressar amanhã a Portugal, se "tudo correr bem", disse hoje fonte da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo. A chegada dos cerca de 360 turistas estava agendada para hoje.

"Se tudo correr normalmente e não houver mais atrasos, os portugueses devem chegar amanhã [quarta-feira] de manhã a Lisboa", disse Paulo Brehm, daquela associação.

Alguns desses turistas estavam de férias em Cancun e tiveram de ser encaminhados para a Riviera Maya para fugirem à passagem do furacão "Wilma", que atingiu a província do Iucatão na sexta-feira e no sábado.

De acordo com o responsável, os portugueses "estão bem, os que estavam nos abrigos já regressaram aos hotéis e aguardam pelo regresso a Portugal".

A chegada dos turistas portugueses estava prevista para hoje, mas sofreu um atraso devido ao encerramento do aeroporto de Cancun, no México. De acordo com Paulo Brehm, o avião que traz os turistas de regresso a Portugal "continua em Punta Cana à espera da abertura do aeroporto de Cancun, o que deve ocorrer ainda hoje".

Num comunicado enviado hoje ao fim da manhã, as autoridades mexicanas avançam que o aeroporto de Cancun "foi reaberto, com algumas restrições, a voos comerciais para agilizar a saída de turistas".

No documento, as autoridades indicam ainda que, para preservar a segurança dos habitantes e visitantes do estado de Quintana Roo foram destacados 500 elementos da Polícia Federal Preventiva para vigiarem os bancos e o comércio em geral.

Setecentos elementos da Marinha do México patrulham a zona hoteleira de Cancun, enquanto o Exército, a Polícia Estatal e a Polícia Municipal vigiam a zona turística.

No que respeita à saúde pública, as autoridades indicam que estão garantidos os cuidados médicos nos abrigos, 13 dos 15 centros de saúde em Cancun estão a funcionar e está a proceder-se à destruição de alimentos fora de prazo e em decomposição.

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