"O conselho de administração do Hospital de Garcia de Orta, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e a própria ministra da Saúde" já tinham sido alertados para a falta de médicos que a abertura do novo Hospital de Cascais iria criar, escreve o Bloco de Esquerda numa pergunta que dirigiu, na quinta-feira, ao Ministério da Saúde. O director do Serviço de Ginecologia que agora foi afastado foi uma das pessoas que alertaram para "o assédio aos médicos do serviço, no sentido da contratação para o novo hospital, a ganharem entre três a cinco vezes mais do que a sua remuneração e a trabalharem menos horas".


