No ano passado, segundo o Governo, o mercado de trabalho tinha condições para absorver 8600 novos trabalhadores de países fora da UE. Mas esta “quota não foi preenchida”, diz o secretário-geral da UGT, João Proença.
Timóteo Macedo, da Solidariedade Imigrante, argumenta que “ninguém sabe” como se chegou àquele número e que uma parte destas vagas foi utilizada em imigrantes que já residiam cá.
Terem sobrado lugares é indicativo, segundo ele, das dificuldades que continuam a ser colocadas à legalização. A porta é fechada mesmo a muitos que têm contratos e descontam para a Segurança Social, duas das condições para obter um visto de residência, acusa.


