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Confirmados pelo menos 30 casos de infecção pelo vírus H1N1

Vacinação contra a gripe A começou em Valença

03.11.2009 - 12:37 Por Cláudia Bancaleiro, com Lusa

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Os profissionais de saúde e as grávidas de Valença são os primeiros a ser vacinados Os profissionais de saúde e as grávidas de Valença são os primeiros a ser vacinados (Paulo Ricca)
A campanha de vacinação contra a gripe A começou esta manhã em Valença, onde ao final do dia de ontem estava confirmada a infecção pelo vírus H1N1 em 32 alunos de escolas daquele concelho e existia a suspeita de contaminação em 400 outras pessoas.

Durante o dia de hoje e na próxima semana, deverão ser vacinados contra a gripe A os profissionais de saúde de Valença, bem como as grávidas que se encontrem no segundo e terceiro trimestre de gestação. O centro de saúde local tem registadas 57 futuras mães, tendo 20 já aceitado a vacinação. Depois destes dois grupos, seguir-se-á o resto da população considerada prioritária segundo a Direcção-Geral de Saúde.

Esta manhã, a primeira vacinação foi a do delegado de saúde de Valença, Amílcar Lousa. Segundo este responsável, que falava em declarações à Lusa, o objectivo é vacinar “o maior número” de profissionais, “embora haja sempre alguém que não o queira fazer”.

Até ao momento, dois dos dez médicos do centro de saúde do concelho já terão recusado a vacinação.

A vacinação é iniciada depois de Valença registar aquele que é o primeiro surto alargado de contaminação pelo vírus H1N1 no país. Ontem, surgiram centenas de casos suspeitos de gripe A que levaram a que 400 alunos de escolas do concelho faltassem às aulas. À entrada nas escolas, era medida a temperatura dos alunos e a todos os que tivessem mais de 37 graus centígrados era aconselhado que se dirigissem aos centros de saúde locais. Os pais dos estudantes eram contactados para se deslocarem às escolas e levarem os filhos ao médico. Porém, em várias situações verificou-se nas unidades de saúde que a temperatura corporal dos alunos era inferior à registada pelos estabelecimentos de ensino e as crianças foram enviadas para casa, faltando às aulas. Muitos dos pais acusaram as escolas de alarmismo e de utilizarem métodos pouco eficazes para despistar os sintomas que indiciam a possível contaminação pelo H1N1.

Hoje, a temperatura continuava a ser medidas nos estabelecimentos de ensino e todos os alunos com mais de 37 graus era enviado para casa.

O número de casos de gripe A e de suspeita de contaminação não levaram ao encerramento das escolas. O delegado de saúde de Valença, Amílcar Lousa, indicava ao final do dia de ontem que os estabelecimentos de ensino só serão encerrados se houver infecções entre os funcionários, nomeadamente os que garantem o funcionamento da cantina. O responsável sublinhou ainda que nenhum dos casos de gripe A é considerado grave, realçando ainda que nenhuma das crianças infectadas está hospitalizada.

Esta manhã, o Coordenador da Unidade de Saúde Pública do Alto Minho, Carlos Pinheiro, mantinha a decisão de manter abertas as escolas, apesar de se poder vir a confirmar que pelo menos 300 dos 400 casos suspeitos de infecção por gripe A são verdadeiros.

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sem

eu cá é que nao me vacino, prefiro ficar 7 dias decama com gripe. vacinem o pinocrates

pedro

03.11.2009 13:58

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