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Principal missão é fiscalizar qualidade e segurança

Serviços de sangue e transplantação têm nova autoridade

29.05.2007 - 11:21 Por Lusa

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A segurança das dádivas de sangue e órgãos será uma das atribuições da nova autoridade A segurança das dádivas de sangue e órgãos será uma das atribuições da nova autoridade (Carlos Lopes/PÚBLICO)
A Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação vai ter três coordenadores para as áreas das unidades de colheita, das unidades de transplante e dos serviços de sangue, segundo um diploma publicado hoje.

O diploma define ainda a criação de um Conselho Nacional de Transplantação, que deve pronunciar-se sobre os aspectos éticos, de segurança e de recolha de dados relativos à colheita e transplantação de órgãos, tecidos e células humanas.

A nova autoridade deve organizar acções de fiscalização e medidas de controlo periódicas junto dos serviços de sangue e manter um registo desses serviços, bem como dos serviços de manipuladores de órgão, tecidos e células.

Para cumprir as suas atribuições, a autoridade terá três coordenadores nacionais para áreas distintas: unidades de colheita de órgãos, tecidos e células para transplantação; unidades de transplantes; e serviços de sangue.

Os coordenadores nacionais terão de garantir o anonimato e gratuitidade da dádiva, proibir a coacção e assegurar que não há lucro da parte dos serviços envolvidos.

Estes responsáveis devem ainda propor um regime de sanções aplicáveis em caso de infracção à lei.

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