Se for preciso, será pedido a partidos que tomem medidas na campanha para evitar Gripe A 
16.08.2009 - 19:52 Por Lusa
Portugal não tem número de casos de gripe A (H1N1) "que justifique excepcionais medidas de saúde pública como limitar a realização de actividades ao ar livre", diz o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro. "A Direcção-Geral de Saúde está a monitorizar a situação e se se justificar daqui até à realização dos actos eleitorais um apelo aos partidos para tomarem medidas mais restritivas, esse apelo será feito."
O governante comentava assim, em Baião, à margem do lançamento de um novo centro de saúde, a possibilidade de ser criado um plano de contingência para o período eleitoral.
Manuel Pizarro desvalorizou também a designada "cadeia de transmissão" no Algarve [zona do país onde têm surgido mais casos de Gripe A], assinalando que tem sido feito "um enorme esforço de contenção da propagação da infecção".
"Eu chamo a atenção que esse esforço em Portugal deu resultados absolutamente extraordinários", disse. "Nós conseguimos atrasar a propagação da infecção no nosso país e se compararmos com países vizinhos ou que nos são próximos culturalmente veremos que [nesses países] a infecção se propagou muito mais rapidamente."
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