• Primeira esplanada Time Out do mundo abre na Avenida da Liberdade
  • Kiev, a porta de entrada da Ucrânia
  • Há fanáticos de tudo, até da Eurovisão

"Porque não pode ser mais"

Santa Comba Dão: Ministério Público pede pena máxima para ex-cabo da GNR

11.07.2007 - 12:40 Por Graça Barbosa Ribeiro

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
António Costa é acusado de triplo homicídio António Costa é acusado de triplo homicídio (Adriano Miranda/PÚBLICO)
O Ministério Público pediu hoje, no Tribunal da Figueira da Foz, pena máxima para António Costa, o ex-cabo da GNR acusado do homicídio de três jovens.

Pena máxima "porque não pode ser mais, devia ser mais" pediu hoje o procurador Jorge Leitão, depois de exames médico-legais terem dado o réu como imputável.

João Pereira, advogado de Mariana Lourenço, uma das vítimas, acrescentou ainda que a lei, nestes casos, deve ser, a curto prazo, rectificada: "Matar uma, duas ou três pessoas é o mesmo. A pena máxima é muito mínima", disse sobre os 25 anos de pena máxima.

A sessão foi interrompida ao 12h30 para ser retomada às 16h30. Mas o juiz Jorge Loureiro já avançou que para a próxima sessão, onde é esperado que seja feita a leitura da sentença, ninguém entrará com objectos pessoais e os jornalistas, a quem será dada metade da sala, só poderão entrar com o estritamente necessário para trabalhar. Não será ainda permitida a presença de ninguém em pé. "Não vale a pena organizar excursões porque a sala não comporta mais gente. Não vale a pena perder tempo e dinheiro".

Estatísticas

  • 27 leitores
  • 6 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1299129

Comentário + votado

Um modo subtil de pressionar, é aconselhar os outros...

Um modo subtil de pressionar, é aconselhar os outros a "não pressionar". Olho para isto e para as ...

Manuel Martins

11.07.2007 17:38

X

Mais em Sociedade (5 de 14 artigos)

As juntas médicas são formadas por médicos e por um representante da Caixa Geral de Aposentações Associação Sindical da PSP pede que alterações nas juntas médicas também abranjam polícias