Balanço do Ministério da Saúde

Quase 20 mil pessoas com sintomas de gripe na última semana

18.11.2009 - 19:22 Por Romana Borja-Santos

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Nesta última semana, “estiveram internados 164 doentes, dos quais 18 em unidades de cuidados intensivos" Nesta última semana, “estiveram internados 164 doentes, dos quais 18 em unidades de cuidados intensivos" (Nuno Ferreira Santos (arquivo))
Os serviços de saúde observaram quase 20 mil pessoas com sintomas de gripe entre 9 a 15 de Novembro, independentemente da confirmação laboratorial dos vírus em causa. O novo balanço foi feito hoje pelo Ministério da Saúde e revela um aumento do número de episódios de síndrome gripal: entre 2 e 8 de Novembro tinham sido observadas pouco mais de 14 mil pessoas e na semana anterior cerca de sete mil.

De acordo com a tutela, a distribuição do número de casos é “heterogénea” e, nesta última semana, “estiveram internados 164 doentes, dos quais 18 em unidades de cuidados intensivos, registando-se também dois óbitos”. Este número reflecte um aumento do número de pessoas que necessitaram de internamento: na semana passada foram 121 (17 em cuidados intensivos) e na anterior 63 (nove em cuidados intensivos).

No que se refere a focos em escolas, registou-se um total nacional de 150, o que demonstra uma descida, já que na semana passada foram 191. Contudo, na anterior tinham sido 60. “No entanto, a actividade gripal continua predominantemente centrada em ambiente escolar, tal como na semana anterior”, diz o Ministério da Saúde, em comunicado. Um “cluster” ou foco numa escola significa que há “grupos de dois ou mais alunos que partilham o mesmo espaço e que adoecem no mesmo período”, esclarece o ministério.

No comunicado, a ministra Ana Jorge faz também questão de lembrar que perante quaisquer sintomas suspeitos os doentes devem contactar primeiro a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e seguir as indicações dos profissionais. “Tendo em conta que a Gripe A é uma doença benigna que se trata, na maioria dos casos, com antipiréticos e com a permanência em casa, o Ministério da Saúde apela à tranquilidade dos cidadãos e reitera a importância de atitudes responsáveis, conscientes e cívicas na procura dos serviços de saúde”, lê-se.

Vacinação

O balanço surge no mesmo dia em que o hospital Cuf Descobertas, em Lisboa, fez uma conferência de imprensa para esclarecer que o feto que morreu às 33 semanas e cujo parto foi feito esta madrugada não apresentava nenhuma maceração ou alteração macroscópica que pudesse ajudar a avançar uma possível causa de morte, apesar de ter o cordão umbilical enrolado à volta de uma perna e do tronco. O director clínico daquela unidade, Jorge Mineiro, informou, ainda, que o corpo foi enviado para autópsia e que os resultados devem ser conhecidos dentro de uma semana.

A grávida deu entrada no hospital na noite de 16 de Novembro por referir diminuição dos movimentos fetais, depois de antes ter sentido alguma agitação no bebé, à semelhança do que ocorreu com a grávida de Portalegre que também sofreu uma morte fetal tardia com o mesmo tempo de gestação e dias depois de ter recebido a vacina contra a gripe A.

Contudo, a directora do serviço de Ginecologia e Obstetrícia da Cuf Descobertas considera que não é possível estabelecer uma relação entre esta morte fetal e a vacina contra a gripe A que a grávida tinha recebido no seu centro de saúde local. “A morte pode ser uma causalidade pura e simples”, disse Conceição Telhado que reafirmou, por isso, que mantém toda a confiança na vacina e garantiu que a puérpera se encontra bem e tranquila.

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porcaria

Isso mesmo...ponham mais um ZERO, ahahahahahahahahahahahahahahahaha

xuxu

18.11.2009 19:37

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