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Oito alegados crimes de corrupção em causa

Presidente da Académica recorre para o Tribunal Constitucional de decisão de o levar a julgamento

27.01.2009 - 12:48 Por Lusa

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Os alegados crimes foram cometidos quando o actual presidente da Académica foi também director do urbanismo da Câmara Os alegados crimes foram cometidos quando o actual presidente da Académica foi também director do urbanismo da Câmara (João Cortesão Gomes (arquivo))
O presidente da Académica, José Eduardo Simões, recorreu para o Tribunal Constitucional da decisão do Tribunal da Relação de Coimbra de o levar a julgamento por oito alegados crimes de corrupção, disse à Lusa o advogado Rodrigo Santiago.

“Já entrou o recurso ontem, mas pode demorar de um a três meses”, disse o representante de José Eduardo Simões.

José Eduardo Simões, presidente da Académica de Coimbra, vai a julgamento no âmbito de um processo em que é acusado de oito crimes de corrupção passiva, depois de o Tribunal da Relação de Coimbra ter negado provimento a um recurso interposto pelo advogado Rodrigo Santiago.

Os alegados crimes foram cometidos quando o actual presidente da Académica foi também director do urbanismo da Câmara Municipal de Coimbra entre 2003 e 2005, tendo cessado estas funções a 31 de Dezembro de 2005.

O arguido está ainda indiciado por outros três crimes, dois de corrupção passiva e outro de abuso de poder, num processo mais recente, mas Rodrigo Santiago revelou que vai entregar no Tribunal da Relação de Coimbra um recurso com o objectivo de o anexar ao outro processo.

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