Portugal é o segundo país da União Europeia (UE) onde se regista uma maior receptividade aos alimentos geneticamente modificados (OGM), de acordo com um estudo sobre biotecnologia que vai ser apresentado hoje em Bruxelas.
O sexto Eurobarómetro sobre "Os Europeus e a Biotecnologia", realizado no ano passado, revela ainda que Portugal é o terceiro país da União Europeia onde se regista um maior optimismo relativamente à biotecnologia (71 por cento de optimistas, contra 53 no anterior barómetro, em 2002), imediatamente atrás da Suécia e de Espanha.
Quanto aos domínios de aplicação das biotecnologias - nanotecnologia, farmacogenética, terapia genética e alimentos geneticamente modificados -, a alimentação é aquele que recolhe menos apoio na União Europeia, sendo Portugal o segundo país entre os 25 Estados-membros onde ainda assim há mais apoiantes sem reservas (38 por cento).


