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Á saída da comissão parlamentar

Pinto Monteiro diz que tem condições para continuar no cargo

09.02.2010 - 20:49 Por Luciano Alvarez

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Pinto  Monteiro voltou a frisar que não vê que o conteúdo das escutas do face oclta atentem contra o Estado de direito Pinto Monteiro voltou a frisar que não vê que o conteúdo das escutas do face oclta atentem contra o Estado de direito (Daniel Rocha)
O Procurador-geral da República, Pinto Monteiro, afirmou hoje no Parlamento que tem “tantas condições para continuar no cargo” como tinha como tomou posse.

À saída da comissão parlamentar que discute o combate à corrupção, Pinto Monteiro voltou à afirmar que quer ele “quer o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, não viram indícios de atentado ao Estado de direito nas certidões do processo Face Oculta.

Recorde-se que hoje no Jornal "i", o gabinete de Noronha de Nascimento fez saber que o presidente do Supremo apenas tem competência para se prenunciar sobre escutas que envolvam o primeiro-ministro, afirmando que as escutas reveladas pelo semanário "Sol" não envolvem José Sócrates. No entanto, Pinto Monteiro deixou claro por diversas vezes quer ele quer Noronha do Nascimento não tinham visto indícios de atentado ao Estado de direito, como é dito nos despachos, nas escutas agora reveladas.

O PGR disse também que não viu indícios de tentativa de controlo da comunicação social por parte do primeiro-ministro ou do Governo nas escutas reveladas pelo "Sol". Pinto Monteiro disse ainda que não confirmava nem desmentia as escutas reveladas pelo "Sol".

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A. C.

09.02.2010 23:00

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