Organização das 7 Maravilhas Naturais define lista de 77 pré-finalistas de todo o país

09.02.2010 - 10:17 Por Lusa
A organização da eleição das “7 Maravilhas Naturais de Portugal” revelou ontem a lista de 77 pré-finalistas da iniciativa, durante a qual cada uma das sete categorias vai ser disputada por onze locais.
Segundo um comunicado da New 7 Wonders Portugal, a lista foi definida por 77 representantes de todo o país e de várias áreas profissionais, como biologia, sociologia, botânica, jornalismo, engenharia do ambiente ou turismo.
A diversidade do conjunto de nomeados a nível geográfico e de categoria, a importância ecológica dos locais, o seu significado histórico e cultural, o estado de conservação da zona e a ausência de intervenções humanas por razões estéticas constituíram os critérios de base para a escolha.
A organização explicou que, nesta segunda fase (inicialmente foram seleccionadas 323 candidaturas de 270 locais do continente e ilhas), algumas áreas estão nomeadas em mais do que uma das sete categorias - grutas e cavernas, praias e falésias, florestas e matas, grandes relevos, zonas aquáticas não marinhas, zonas protegidas e zonas marinhas.
A próxima etapa será a eleição das 21 maravilhas finalistas, uma lista a divulgar a 7 de Março e que terá de incluir pelo menos um candidato de cada região do país (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira).
Seguir-se-á a votação do público, até 7 de Setembro, e a realização da cerimónia final, no mesmo mês, na Lagoa das Sete Cidades, na ilha de São Miguel (Açores).
Segundo a ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, o evento vai permitir “confirmar o que de melhor existe em Portugal do ponto de vista paisagístico e de biodiversidade”.
“A iniciativa das 7 Maravilhas Naturais de Portugal acontece quando se assinala o Ano Internacional da Biodiversidade. É objectivo do Ministério do Ambiente alertar todos para a importância deste tema, pois a perda de biodiversidade a médio e longo prazo vem traduzir-se na perda da nossa qualidade de vida”, defende a responsável, citada pela organização.

