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Iniciativa da WWF

Monumentos e edifícios apagam as luzes hoje pelo clima

28.03.2009 - 08:34 Por Ricardo Garcia

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Lisboa, Tomar, Águeda, Vila Nova de Famalicão, Funchal, Almeirim e Guimarães associaram-se à iniciativa Lisboa, Tomar, Águeda, Vila Nova de Famalicão, Funchal, Almeirim e Guimarães associaram-se à iniciativa (DR)
Toda a gente sabe que isto não vai salvar o mundo. Mas, um pouco por todo o país, muitas luzes vão ser apagadas hoje durante uma hora, a partir das 20h30, numa mensagem simbólica de que é preciso fazer mais para combater o aquecimento global. Monumentos nacionais como a Torre de Belém, marcos da paisagem urbana como a Ponte 25 de Abril, edifícios públicos, casas particulares estarão às escuras, na terceira edição da Hora do Planeta - uma campanha lançada em 2007 pela organização ambientalista internacional WWF.

Pelo menos sete cidades portuguesas aderiram: Lisboa, Tomar, Águeda, Vila Nova de Famalicão, Funchal, Almeirim e Guimarães. Cada uma comprometeu-se não só a apagar algumas luzes sob sua jurisdição como também a divulgar a campanha junto dos seus munícipes. Em Lisboa, há um ecoconcerto do músico André Sardet, no Jardim da Torre de Belém.

Ângela Morgado, porta-voz da WWF em Portugal, estima que 500 mil pessoas no país vão participar de alguma forma na Hora do Planeta. Em todo o mundo, a WWF conta com quase três mil cidades aderentes - o triplo da meta prevista -, envolvendo potencialmente mil milhões de pessoas.
A Hora do Planeta nasceu em Sydney, na Austrália, em 2007. No ano passado, a ideia e mobilizou 50 milhões de pessoas em todo o mundo.

Este ano, disseminou-se ainda mais - em parte com o contributo de redes sociais na Internet, como o Facebook e o Twitter. Entre 17 e 26 de Março, só em Portugal, a WWF contou 9000 referências do evento em blogues e websites nacionais.

Com a Hora do Planeta, a WWF lança mais um alerta para a necessidade de se controlar o consumo energético, num ano em que as Nações Unidas discutem os detalhes de um novo tratado climático. "Este é um ano crítico", afirma Paolo Lombardi, director do WWF.

Até o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apelou à participação dos cidadãos, dizendo que esta é uma forma de se enviar um sinal claro aos governos. Em Portugal, o WWF diz ter recebido uma mensagem de apoio do primeiro-ministro, José Sócrates.

A ideia também agradou a empresas. Os hotéis Sheraton de Lisboa e do Porto vão adoptar algumas medidas, como desligar um elevador e reduzir a iluminação. A rede de hotéis Real também terá acções semelhantes.

Um detalhe, porém, pode atrapalhar: na hora de apagar as luzes, milhões de portugueses estarão a ver a selecção nacional de futebol a jogar contra Suécia.

Notícia substituída às 10h44

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Comentário + votado

P'ra quê?

Apaagarem as luzes p'ra quê? O que é que isso adianta=? Quando deviam de tomar as medidas ...

Valente

29.03.2009 17:27

X

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