O ministro da Saúde visitou esta manhã o Hospital do Montijo para verificar "in loco" o funcionamento do serviço de urgência daquela unidade.
A visita, prevista para começar cerca das 12h00, foi combinada por António Correia de Campos com a presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, na sequência dos protocolos assinados sábado com seis autarquias.
O serviço de urgência do Hospital do Montijo é um dos que estavam previstos para encerrar na proposta da comissão técnica sobre a reestruturação da rede de urgências.
No âmbito do protocolo assinado sábado, essa decisão "ficará dependente de uma decisão da administração do futuro Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, para breve", referiu Miguel Vieira, assessor de António Correia de Campos.
"Isto é o que estabelece o protocolo. Trata-se de uma requalificação dos serviços naquela área", acrescentou o assessor de imprensa do ministro da Saúde.
Os protocolos assinados sábado com vista à reestruturação da rede de urgências abrangem os municípios de Espinho (PS), Montijo (PS), Fafe (PS), Cantanhede (PSD), Santo Tirso (PS) e Macedo de Cavaleiros (PSD).
Após a assinatura do documento, a presidente da Câmara Municipal do Montijo disse que a população local não tem razão para se manifestar, como aconteceu sábado, uma vez que ficou garantida a manutenção dos serviços de urgência básicos.
"A questão fundamental era a manutenção do serviço de urgência e esse esta garantido", disse Maria Amélia Antunes.
Na cerimónia, Correia de Campos afirmou que os protocolos assinados com os seis municípios permitem resolver, a contento de todos, um conjunto de problemas na reorganização da rede das urgências.
"A estes protocolos outros se irão seguir muito em breve, por iniciativa dos municípios e do Ministério da Saúde", acrescentou.


