O Ministério da Saúde informou que, até ao início da tarde, a greve de enfermeiros registou uma adesão global de 59,16 por cento. Já o sindicato que convocou o protesto refere taxas entre os 65 e os cem por cento.
Segundo dados do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), no turno da madrugada (das 00h00 às 08h00), a adesão rondou os 81,5 por cento; no turno da manhã variou entre os 65 e os cem por cento.
Os enfermeiros protestam contra a “degradação das condições de trabalho” que se tem “acentuado nos últimos anos”.
O sindicato acusa o Ministério da Saúde de “não pretender legislar as Carreiras Especiais da Saúde, designadamente a de Enfermagem, até às eleições legislativas”, situação que afirma não poder permitir, e por isso decidiu avançar para a greve.
Assegurados estarão os serviços de urgência, uma vez que os serviços mínimos têm, por lei, de ser garantidos.


