Ideia para aplicação progressiva a prazo

Menezes não quer médicos a acumular actividade nos sectores público e privado

28.02.2008 - 13:24 Por Lusa

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Menezes não defende a aplicação deste princípio de imediato, porque existem "direitos adquiridos pelos profissionais" Menezes não defende a aplicação deste princípio de imediato, porque existem "direitos adquiridos pelos profissionais" (Luís Ramos (arquivo))
O presidente do PSD, Luís Filipe Menezes, defendeu hoje que não se possa acumular o exercício da medicina nos sectores público e privado, princípio que disse querer ver aplicado progressivamente, a prazo.

“Essa é uma linha de rumo absolutamente assumida, a separação progressiva da medicina pública e da medicina privada. Para quê? Para que se possa evoluir depois para uma lógica de livre escolha por parte dos utentes [entre os dois sectores]”, declarou.

Luís Filipe Menezes falava aos jornalistas no final de uma visita ao Hospital Cuf Descobertas, em Lisboa.

Segundo o presidente do PSD, “tendencialmente, a prazo, deve-se caminhar nesse sentido: Quem está no público deve estar no público em ‘full time’, em disponibilidade permanente, e quem está no privado deve estar no privado”.

Menezes disse que não defende a aplicação desse princípio “de uma forma imediata e instantânea, porque existem direitos adquiridos pelos profissionais, existe toda uma organização de vida de muitas pessoas ao longo de gerações que não se pode de uma forma revolucionária e abrupta alterar”.

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Acumulações

Sim senhor. Assim é que é falar. Para já vamos acabar com acumulações entre funções publicas e ...

Anónimo

29.02.2008 08:50

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