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Secretaria de Estado das Comunidades

Gripe suína: nenhum dos 50 portugueses que vive na Cidade do México pediu ajuda

27.04.2009 - 09:24 Por Lusa

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Segundo as autoridades mexicanas, foram registados no país 103 casos mortais Segundo as autoridades mexicanas, foram registados no país 103 casos mortais (Felipe Leon/Reuters)
Pelo menos 50 portugueses residem actualmente na Cidade do México, que está a enfrentar um surto de gripe suína, mas nenhum pediu ajuda às autoridades portuguesas, disse hoje fonte da Secretaria de Estado das Comunidades.

"Neste momento, 50 portugueses residem na Cidade do México mas este número é subjectivo porque a maioria das pessoas que viaja para a cidade não se regista", explicou fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, salientando que a Embaixada portuguesa no México e a secretaria de Estado ainda não receberam quaisquer pedidos de ajuda.

"Temos recebido é muitas chamadas para a linha da secretaria de Estado das Comunidades de pedidos de informação sobre se devem ou não viajar para o México", referiu. O Governo português desaconselhou ontem as deslocações à Cidade do México devido ao surto de gripe suína.

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, disse também ontem que, relativamente às zonas turísticas tradicionalmente procuradas por portugueses no México, não há conhecimento de quaisquer casos de infecção. Contudo, acrescentou, "por medida de precaução, se alguém pretender deslocar-se a essas zonas deve contactar previamente o gabinete de emergência consular".

O secretário de Estado disse também não haver até ao momento conhecimento de portugueses interessados em regressar antecipadamente. O México enfrenta um surto de gripe suína, provocada por uma mutação do vírus A H1N1.

Segundo as autoridades mexicanas, foram registados no país 103 casos mortais provocados pela gripe suína ou com origem suspeita. O surto localiza-se, sobretudo, nas zonas de fronteira com os Estados Unidos e na Cidade do México, mas a Organização Mundial de Saúde alertou já para a possibilidade de poder vir a tornar-se numa pandemia mundial.

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