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Doente está em casa onde se controla melhor com quem contacta

Gripe A H1N1: resultado de análises de caso suspeito português só se sabe em 48 horas

01.05.2009 - 19:44 Por Lusa

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Mulher de 30 anos foi observada no Hospital Curry Cabral antes de ir para casa Mulher de 30 anos foi observada no Hospital Curry Cabral antes de ir para casa (Nuno Ferreira Santos (arquivo))
Até ao momento não existe nenhum caso confirmado de gripe A H1N1 em Portugal, assegurou hoje a ministra da Saúde em conferência de imprensa, esclarecendo que a mulher de 30 anos observada no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, se encontra no domicílio.

O teste que realizou pelo Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, deu positivo para o vírus da gripe tipo A não sazonal e só haverá resultados finais "dentro de 48 horas", assinalou Ana Jorge no Ministério da Saúde, revelando que a colheita seguiu para os laboratórios certificados da Organização Mundial de Saúde em Londres.

"A senhora apresentava um quadro compatível com o das pessoas infectadas pelo vírus e, como tinha vindo de uma zona infectada, o México, está em casa, com indicação para o cumprimento das regras anti-contágio: o uso de uma máscara e a lavagem frequente das mãos", esclareceu a ministra.

"Todas as pessoas com quem ela contactou depois de regressar estão sinalizadas", assegurou ainda a governante, para quem "o domicílio é o melhor lugar para a senhora estar, pois permite ter uma noção correcta das pessoas com que convive".

Ainda de acordo com a tutela, a OMS distribui, segunda-feira, testes para detecção do vírus, para que cada país possa recorrer aos seus laboratórios habilitados, "que são cerca de uma dezena no caso de Portugal".

Ana Jorge esclareceu igualmente que o vírus da gripe A (H1N1) é sensível aos antivirais, mas que o Tamiflu e o Oseltamivir (genérico do mesmo fármaco) "só poderão ser dispensados mediante receita médica, pois a necessidade de medicação deve ser decidida pelos clínicos, tendo as farmácias de guardar cópia da receita".

A ministra da Saúde afirmou ainda que a equipa de sanidade que trabalha nos aeroportos "já está a informar os viajantes", que podem, se o desejarem, preencher um formulário para a tutela.

A governante alertou, no entanto, que, dado o número de países que são já considerados zona de risco (com casos de pessoas infectadas), torna-se difícil monitorizar os viajantes, "sobretudo quando estes não optam por voos directos".

De acordo com a página de Internet da Direcção-Geral de Saúde, as pessoas que regressem da Alemanha, Áustria, Espanha, Dinamarca, Holanda, Reino Unido, Suíça, Canadá, EUA, Israel, México e Nova Zelândia e que apresentem febre, dores de cabeça, dores musculares, dores de garganta, tosse ou dificuldade respiratória devem ligar para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e seguir as instruções que lhes forem dadas.

A ministra assinalou que a Linha Saúde 24 foi reforçada e que está a dar resposta a 90 por cento das chamadas, quanto às restantes chamadas, os cidadãos devem insistir na chamada que será atendida mais tarde.

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Lulz

"A senhora apresentava um quadro compatível com o das pessoas infectadas pelo vírus e, como tinha ...

Anónimo

03.05.2009 01:05

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