O balanço da gripe A H1N1 no México chegou hoje às 56 mortes e às 2003 infecções “confirmadas”, anunciou esta tarde o Ministério da Saúde do país. No resto do mundo, a Organização Mundial de Saúde confirmou dois casos na Noruega assim como o primeiro na China continental, depois de um caso inicial identificado na região autónoma de Hong Kong.
Segundo as autoridades mexicanas, o número de mortes representa 2,7 por cento dos casos “confirmados” e a propagação da epidemia continua concentrada na região centro do país, com sete de cada dez casos relatados. Apesar disso, há casos assinalados em 29 dos 32 estados do país.
Segundo o balanço oficial da OMS, morreram em todo o mundo vítimas do novo vírus 53 pessoas: esta contabilidade refere-se ainda a 48 mortes no México, às quais se somam as três que a OMS já confirmou nos Estados Unidos e a uma morte no Canadá e outra registada na Costa Rica.
De acordo com a mesma organização, há casos confirmados em 30 países: destes, 1626 casos no México tiveram confirmação laboratorial, enquanto nos EUA são já 2532, no Canadá 284 e na Costa Rica oito. Os últimos números da OMS também já incluem dois casos na Noruega, que antes não aparecia no mapa global da doença, e um salto no Panamá, onde se passou de três para 15 casos confirmados.
Provas de que o vírus começa a espalhar-se em várias comunidades fora da América podem levar a chefe da OMS, Margaret Chan, a declarar que uma pandemia total está em movimento, escreveu a Reuters. O nível de alerta já subiu de 4 para 5, o que significa que uma pandemia está iminente.


