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OMS actualiza balanço para 2.371 pessoas infectadas e 46 mortes

Gripe A H1N1: Brasil e Argentina confirmam primeiros casos

08.05.2009 - 10:15 Por Agências

O Brasil, com quatro pessoas, e a Argentina, com uma, confirmaram pela primeira vez a existência de casos de contágio com o vírus da gripe A H1N1. Todas elas acabaram de regressar de viagens para fora do país natal.
Universidades e escolas reabriram na Cidade do México mas preocupação mantém-se Universidades e escolas reabriram na Cidade do México mas preocupação mantém-se (Henry Romero/Reuters )

“O vírus chegou ao Brasil”, anunciou ontem à noite o ministro brasileiro da Saúde, José Temporão, precisando que os quatro casos detectados são de três pessoas que tinham viajado para o México e uma para os Estados Unidos. Outras 15 pessoas estão a ser testadas, referiu ainda o ministro.

Com esta confirmação, o Brasil torna-se no segundo país da América do Sul com casos da H1N1, depois da Colômbia. Todos os passageiros oriundos de voos do México, Estados Unidos e Canadá estão a ser testados para detectar eventuais sintomas da doença e cerca de 100 mil máscaras vão ser distribuídas nos aeroportos brasileiros.

Na Argentina, as autoridades informaram que o caso detectado é o de um homem que regressou do México, tendo já deixado o hospital depois de receber tratamento para o vírus. Pelo menos 55 casos suspeitos estão ainda a ser analisados no país, informou a ministra da Saúde, Graciela Ocana. A Argentina suspendeu todos os voos directos com o México desde 28 de Abril, medida que as autoridades mexicanas consideram discriminatória.

A nova estripe de gripe, com epicentro no México, infectou já 2.371 pessoas em 25 países, de acordo com os casos confirmados pela Organização Mundial de Saúde – normalmente mais baixos do que os que são feitos pelas autoridades de cada país. O balanço de mortos é de 44 pessoas no México e duas nos Estados Unidos.

Um dos responsáveis daquela organização, o médico Keiji Fukuda admite que uma maior pandemia “pode infectar um terço ou mais da população mundial nos próximos meses, no próximo ano”, alertando em especial os governos asiáticos a manterem-se alerta, uma vez que o grosso das vacinas e medicamentos se encontram nos Estados Unidos e na Europa.

“Apesar de a doença parecer ser de uma gravidade média a um nível individual, com um maior números de casos de infecção na população mundial podemos ficar perante um cenário de números largos de pessoas seriamente doentes”, sustentou em Banguecoque, numa reunião com os ministros da Saúde dos dez países membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que contou com a participação também, da China e Japão.

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aaa

Sr Henrique o Navegador , o sr só escreveu barbaridades aqui nesta opiniao abaixo da minha.

Anónimo

08.05.2009 16:39

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