• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Houston, temos um problema, disse Obama
  • Envie-nos uma pergunta sobre um problema da sua rua, bairro ou cidade
  • João queria morrer sozinho, mas acabou por matar a filha

Saúde

Francisco Louçã defende “legalização da morte medicamente assistida”

16.03.2009 - 20:40 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, defendeu hoje a “legalização da morte assistida” e afirmou que o seu partido vai contribuir para que os cidadãos possam decidir de uma forma “livre e informada”.
O Bloco de Esquerda vai combater a "obstinação terapêutica” O Bloco de Esquerda vai combater a "obstinação terapêutica” (Carlos Lopes (arquivo))

“[Portugal] deve legalizar a morte assistida, deve haver uma política a este respeito, deve ser uma escolha da própria pessoa os cuidados a que deve ter acesso e os que deve ter o direito de recusar”, defendeu o líder bloquista, num debate sobre “Perspectivas de evolução do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, na Ordem dos Médicos, em Lisboa.

O coordenador do Bloco afirmou que o seu partido irá participar no “combate à obstinação terapêutica” e contribuir para que os cidadãos possam ter “acesso livre e informado à morte assistida”.

SNS elogiado

Apesar de ter criticado a acção do Governo socialista nos últimos quatro anos em matéria de Saúde, na sua intervenção Louçã considerou que o Serviço Nacional de Saúde é “o maior sucesso dos vários serviços públicos que existem em Portugal”.

“O Serviço Nacional de Saúde deve e tem um função particularmente relevante como prestador de cuidados, como financiador e como regulador, e é o maior sucesso dos vários serviços públicos que existem em Portugal quando o comparamos pelos seus principais indicadores e percebemos a sua evolução extraordinária (...) ele é um dos filhos mais importantes desde o 25 de Abril, se o compararmos com outros serviços, como a Justiça”, advogou Francisco Louçã.

“A Saúde foi a área onde o Bloco conseguiu aprovar mais iniciativas, o que não é muito fácil quando o Parlamento está dominado por uma maioria absoluta”, afirmou o líder bloquista, referindo a aprovação da “carta dos direitos do utente da saúde”, que veio permitir mais “informação sobre tempos de espera e sobre condições de tratamento” para os cidadãos.

  • 1352 leitores
  • 75 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1369473

Comentário + votado

Assistida

Como ja varias vezes em outros foruns frisei:a politica nao e e, nunca foi linear.A qualquer ...

R.Chibanga

17.03.2009 21:18

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.