Criança assistida no acesso ao hospital

Família do bebé que morreu em Anadia não aponta falhas ao INEM

18.01.2008 - 18:49

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O pai da criança disse que o serviço de emergência não demorou muito O pai da criança disse que o serviço de emergência não demorou muito (Nelson Garrido (arquivo))
Os familiares do bebé de dois meses que morreu hoje em Anadia, assistido no acesso ao Hospital, dizem não ter falhas a apontar à assistência que foi prestada através do INEM.

O pai da criança, José Alferes, de 26 anos, disse aos jornalistas que o serviço de emergência "não demorou muito".

"Acho que não houve falhas", comentou José Alferes, relatando que ele e a mulher acordaram à hora do costume e, pouco depois das 08h00, deram com o Roberto, o menino de dois meses, no berço, aparentemente sem respirar.

De acordo com o pai, "pouco depois das 08h30 o bebé já estava a ser assistido, no ponto de encontro combinado com o 112, que era junto ao Hospital de Anadia".

Carlos Alferes, avô da criança e residente em Ancas, Anadia, na casa de quem viviam José Alferes e a mulher, Ana Lúcia, contou que nada fazia prever o que aconteceu, porque "o bebé estava só um bocadinho constipado e ainda na semana passada tinha ido ao pediatra e estava tudo bem com ele".

A chamada de alerta para o 112 terá sido feita pelo pai do bebé às 08h25, quando já se encontrava a caminho de Anadia, pelo que combinou encontrar-se com o INEM junto ao Hospital de Anadia.

Foi no exterior do Hospital e dentro da ambulância do INEM, para onde o bebé foi transferido do carro dos pais, que foram feitas, sem resultado, as tentativas de reanimação.

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Correi de Campos

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