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Juízo de Instrução Criminal

Face Oculta: arguido José Valentim ouvido em Aveiro

09.11.2009 - 10:27 Por Lusa

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No decurso da operação foram efectuadas cerca de 30 buscas, domiciliárias e a postos de trabalho No decurso da operação foram efectuadas cerca de 30 buscas, domiciliárias e a postos de trabalho (Paulo Ricca (arquivo))
O arguido do processo Face Oculta e funcionário da Refer José Valentim chegou há alguns minutos ao Juízo de Instrução Criminal de Aveiro, onde estão a ser interrogados os arguidos deste caso.

O interrogatório de um outro arguido, Namércio Cunha, deverá prosseguir também hoje, depois de a sua inquirição ter sido interrompida na sexta-feira por não ser possível concluir a audição antes do fim-de-semana. Segundo a investigação, Namércio Cunha estabelecia a ponte entre o principal arguido, o empresário Manuel Godinho, e a Redes Eléctricas Nacionais (REN), a empresa dirigida por José Penedos, outro arguido no processo.

Desde o dia 30 de Outubro, aquando do início dos interrogatórios judiciais, um arguido foi colocado em prisão preventiva (o empresário Manuel José Godinho) e dois foram suspensos de funções: Manuel Guiomar, quadro da Refer, e Mário Pinho, funcionário da Repartição de Finanças de São João da Madeira.

No dia 28 de Outubro, a Polícia Judiciária desencadeou a operação Face Oculta em vários pontos do país, no âmbito de uma investigação relacionada com alegados crimes económicos de um grupo empresarial de Ovar que integra a O2-Tratamento e Limpezas Ambientais, a que está ligado Manuel José Godinho.

No decurso da operação foram efectuadas cerca de 30 buscas (domiciliárias e a postos de trabalho) e 15 pessoas foram constituídas arguidas, incluindo Armando Vara, vice-presidente do Millennium BCP (que já suspendeu as funções), José Penedos e o filho deste, Paulo Penedos, advogado da empresa SCI-Sociedade Comercial e Industrial de Metalomecânica SA, de Manuel José Godinho. Um administrador da Indústria de Desmilitarização da Defesa também foi constituído arguido no processo Face Oculta, segundo o presidente da Empordef, a holding das indústrias de defesa portuguesas.

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lx.

pois... e quem quer trabalhar para viver honestamente que emigre!!!!

Anónimo

09.11.2009 12:58

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