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No sul do país

Extremistas islâmicos da Somália lapidam mulher acusada de adultério

28.10.2008 - 12:15 Por Agências

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 (Thomas Mukoya/Reuters)
Os extremistas islâmicos da Somália executaram uma mulher de 23 anos, por lapidação. A mulher foi acusada de adultério na localidade de Kismayu, no sul do país.

Esta é a primeira execução pública levada a cabo pelas milícias islâmicas da Somália desde 2006, quando o grupo dominava a capital somali Mogadíscio. Desde então os movimentos extremistas foram afastados após a aliança entre os governos somali e etíope.

Centenas de pessoas assistiram à execução e segundo os presentes no local as milícias terão informado a população que a mulher se tinha oferecido para ser castigada. Mas a irmã da vítima afirmou que esta foi uma execução sem lógica nem respeito pelos princípios religiosos. Segundo as regras do islão a mulher só poderia ser executada se quatro testemunhas e o próprio homem com quem cometeu o adultério confirmassem publicamente o crime.

Segundo as milícias, a mulher foi executada porque violou a lei islâmica. Para controlar a população indignada com a execução, os guardas islâmicos dispararam sobre a população e mataram acidentalmente uma criança.

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ate quando?

ate quando? vc que esta lendo esta mensagem, não surgiu uma revolta imensa em seu coração??/??? no ...

Vinícius Henrique Castro Santana

03.11.2008 17:17

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