O jornal "Expresso" revela na sua edição de amanhã um documento interno de um concessionário da Mercedes em Portugal que desaconselha a venda de carros a pessoas de etnia cigana. Os vendedores que o façam recebem apenas metade da comissão a que normalmente têm direito.
O presidente da C. Santos, representante da marca germânica em Portugal, negou entretanto ao jornal a existência dessa política: "Se houve uma besta que escreveu esse documento, ele não representa a política da empresa". A Mercedes Benz Portugal garantiu ao "Expresso" que "os clientes ciganos são muito importantes para a empresa", nomeadamente no sector de veículos comerciais.
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