Dez pessoas morreram ao longo da actual época balnear nas praias portuguesas, sete das quais em praias sem vigilância de nadadores-salvadores, anunciou hoje a Marinha Portuguesa.
Os resultados demonstram que nos primeiros dois meses da época balnear se registaram menos duas mortes por afogamento do que em igual período do ano passado.
O primeiro acidente mortal registou-se a 5 de Junho, com uma brasileira de 23 anos, na praia da Rainha, na Costa da Caparica, vigiada por nadador-salvador.
Ainda em Junho morreram outras três pessoas, em praias não vigiadas: um rapaz de 17 anos na Praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia; outro de 25 anos na Praia da Polvoeira, em Alcobaça; e outro de 16 anos na Praia do Campismo, na Póvoa de Varzim.
A segunda e a terceira mortes em praias vigiadas tiveram lugar este mês: no passado dia 3, com um ucraniano de 38 anos, na Praia das Maças (Sintra); e no dia 30 com um português de 28 anos na praia de Carcavelos (Cascais).
Os restantes acidentes mortais em praias não vigiadas tiveram lugar nas praias da Pedras - Agudela (Matosinhos), com um rapaz de 15 anos; na Praia da Cordoama (Lagos), com um belga de 39 anos; na praia do Cabedelo (Douro), com uma mulher de 58 anos; e na Praia da Laderca, Mindelo, com um homem de 45 anos.
A Marinha anunciou também que foram feitos 420 salvamentos desde o início da época balnear.


