Por questões religiosas, por desleixo ou opção dos pais, todos os anos cerca de cinco mil crianças falham o Programa Nacional de Vacinação. Segundo a Direcção-Geral da Saúde, este plano abrange 95 por cento das crianças.
A Direcção-Geral da Saúde informa que a taxa de vacinação não tem variado nos últimos anos.
“Se deixarmos de vacinar há doenças que podem reaparecer”, comentou Graça Freitas, subdirectora-geral da Saúde, ao “Diário de Notícias”. A responsável lembrou que os efeitos adversos das vacinas são reduzidos porque “não há licenciamento senão forem seguras”.
Mas há cada vez mais pais com dúvidas sobre a necessidade de algumas ou de todas as vacinas. No entanto, não há dados relativos às razões que levam os pais a não vacinarem os filhos.
Em Portugal, a vacinação só é obrigatória para o tétano e difteria.


