Os investigadores da Polícia Judiciária deram por terminado o inquérito ao caso Maddie, menina inglesa que desapareceu a 3 de Maio do ano passado no Algarve, sem apontar culpados. Depois de 14 meses, o caso poderá ser arquivado.
Segundo noticia hoje o “Jornal de Notícias”, a investigação não conseguiu concluir se se tratou de um rapto ou homicídio e também não tem provas que relacionem os arguidos - Robert Murat, Kate e Jerry McCann – com o desaparecimento da criança.
O relatório dos investigadores é inconclusivo, porque "apenas descreve os factos apurados e não apurados", adianta o jornal.
O Ministério Público não deverá acusar o casal McCann pelo crime de exposição ao abandono, punível até cinco anos de prisão. Além disso, segundo o "Correio da Manhã", o relatório final do laboratório de Birmingham levanta grandes dúvidas sobre a eventual presença do corpo da criança na mala da carrinha dos McCann.
O processo, em segredo de Justiça até 14 de Julho, poderá ser reaberto se surgirem novas provas.
O advogado dos McCann, Carlos Pinto de Abreu, diz que se o processo for arquivado vai estudá-lo para "fazer aquilo que os pais (de Maddie) sempre quiseram, que é perceber que investigação foi feita e continuar a procurar a menina", cita o "Jornal de Notícias".


