O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa confirmou hoje as buscas relacionadas com o BPP e garantiu que já foram adoptadas, "com urgência", medidas para "prevenir potenciais dissipações de património pelos presumíveis autores dos ilícitos criminais em investigação".
Em comunicado enviado à Agência Lusa, aquele órgão do Ministério Público refere que as "novas diligências de busca" decorrem "no âmbito dos inquéritos criminais relativos à gestão da anterior administração do Banco Privado Português (BPP), em curso na 9.ª Secção do DIAP de Lisboa".
As buscas foram "presididas por magistrados judiciais do TIC (Tribunal de Instrução Criminal) de Lisboa, com a colaboração da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária e da Divisão de Investigação da Fraude e de Acções Especiais do Ministério das Finanças".
"Neste mesmo contexto processual, foram já adoptadas, com urgência, as medidas consideradas, nesta fase, adequadas e proporcionais a garantir a integridade patrimonial e a prevenir potenciais dissipações de património pelos presumíveis autores dos ilícitos criminais em investigação", acrescenta o DIAP.
Decorrem buscas na sede do BPP e na sociedade de advogados PLMJ, de que José Miguel Júdice é sócio.


