Carla Bruni venceu a batalha judicial contra a loja Pardon, depois de esta ter começado a comercializar sem autorização uma mala com uma fotografia da primeira-dama francesa nua, refere o "El País" na sua edição online.
A decisão foi tomada pelo tribunal de primeira instância de Saint Denis de la Réunion, uma ilha francesa no Oceano Índico onde está sediada a Pardon, condenada a indemnizar Bruni em 40 mil euros.
A decisão judicial refere que a empresa não pediu autorização à primeira-dama para utilizar a sua imagem numa “operação publicitária”, o que levou o juiz a decretar “a proibição de difundir, directa ou indirectamente” o objecto em causa.
A fotografia que está na mala da Pardon foi tirada em 1993 por Michel Comte, numa campanha de luta contra a Sida em que Bruni participou.
A referida mala foi retirada imediatamente do mercado, quando se soube do pedido de Carla Bruni.


