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Defesa

Novo CEMGFA diz que acção conjunta dos ramos deve assentar na preservação da identidade

07.02.2011 - 15:23 Por Lusa

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O novo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) disse hoje ser “indispensável” que os militares funcionem numa cultura de acção conjunta, mas defendendo “a preservação da identidade e especificidade” de cada ramo.

“É no respeito da cultura específica e das idiossincrasias de cada ramo que se consegue obter o melhor e o mais correcto aproveitamento das sinergias, com total clareza de objectivos, processos e métodos, bases em que assenta a confiança, a qual procurarei induzir como um dos objectivos prioritários da minha acção como CEMGFA”, afirmou.

As palavras do general Luís Araújo – até aqui chefe do Estado-Maior da Força Aérea - foram proferidas na cerimónia de tomada de posse como CEMGFA, no Palácio de Belém, onde marcaram presença as mais altas figuras do Estado.

Luís Araújo considerou que “é na racionalização das estruturas, evitando a duplicação de esforços, na gestão dos recursos com a máxima eficiência e no cumprimento da missão com elevada eficácia, devidamente coordenada com as acções dos ramos, que deve assentar a lógica de uma indispensável cultura conjunta”.

No entanto, o recém-empossado chefe militar notou que os ramos “operam em ambientes e meios físicos diferenciados, pelo que a acção conjunta deve assentar na preservação da identidade e da especificidade das partes, tendo como objectivo, último e único, obter ganhos de eficiência no emprego e na articulação da força militar constituída por componentes orgânicas de mais que um ramo”.

Numa intervenção em que apontou como “prioritário o investimento nas pessoas” que servem nas Forças Armadas, o novo CEMGFA saudou o seu antecessor e afirmou que, “como principal conselheiro e responsável perante o escalão político, pelo emprego das Forças Armadas”, vai “prosseguir as reformas impostas por lei, dando continuidade ao processo de mudança” iniciado por Valença Pinto.

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acalmd

07.02.2011 15:58

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