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Eleições europeias

Vital Moreira tomou café com antigos colegas do Liceu da Guarda

27.05.2009 - 17:44 Por Lusa

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Abílio Curto, afastado da presidência da Câmara da Guarda e condenado a uma pena de prisão, foi um dos colegas que Vital Moreira reencontrou Abílio Curto, afastado da presidência da Câmara da Guarda e condenado a uma pena de prisão, foi um dos colegas que Vital Moreira reencontrou (Daniel Rocha)
O café Madrilena, na Guarda, foi hoje ao princípio da tarde o ponto de encontro de Vital Moreira com antigos colegas do Liceu, incluindo Abílio Curto, ex-presidente da Câmara local e a antiga Governadora Civil Marília Raimundo.

Foi um reencontro, que durou cerca de meia hora, durante o qual, o candidato do PS às eleições europeias e os cerca de dez antigos colegas presentes, falaram mais do passado do que propriamente de política.

Vital Moreira, que estudou no antigo Liceu da Guarda, actual Escola Secundária Afonso de Albuquerque, entre os 10 e os 17 anos, após ter abraçado o amigo Abílio Curto, recordou que o ex-autarca, nos tempos da escola, “vinha num cavalo de Aldeia Viçosa [a aldeia onde vivia] para o Liceu” da Guarda.

Lembrou que “eram tempos duros” e que a percentagem de crianças que fazia o ensino secundário era diminuta. “São tempos que nos marcam e nos permitem dizer: quanto este país mudou para melhor, em termos de desenvolvimento, modernização, qualidade de vida e, para isso, também contou a União Europeia”, disse, numa alusão ao objectivo da sua passagem pela cidade mais alta do país.

Em conversa com a antiga colega de carteira Marília Raimundo, que já foi deputada eleita pelo PSD e Governadora Civil, recordou os estudos, as festas, “o queijo da serra e o pão-de-ló” que comiam ao lanche, após as aulas.

Abílio Curto, que foi afastado da presidência da Câmara e condenado a uma pena de prisão no âmbito de um processo relacionado com o Matadouro local, referiu à Lusa que Vital Moreira é “um grande amigo, solidário” e de quem tem “orgulho”.

Assegurou que, mesmo nos piores momentos, contou “sempre com ele”.

“Foram muitas as mensagens que me enviou”, disse, revelando que quando o Tribunal o suspendeu das funções de presidente da Câmara, recorreu para o Tribunal Constitucional (TC) e “o parecer foi todo fundamentado pelo professor Vital Moreira”.

Disse que o TC deu-lhe “razão mas já tinha terminado o mandato e já não teve qualquer efeito, mas teve efeitos para outros”, assinalou.

Marília Raimundo relatou que o antigo colega de Liceu e actual candidato socialista aplicava a máxima: “quando era para trabalhar, era para trabalhar, e quando era para brincar, era para brincar”. Outro ex-colega que privou com Vital Moreira na década de 1950 contou à Lusa que os interessas de então estavam virados para “o futebol” e não estavam relacionados com a política. “Jogámos muitas vezes futebol na mesma equipa”, disse Telmo Cunha.

Na despedida do café da Guarda, onde Vital Moreira tomou um café e bebeu uma água, ficou a promessa de os antigos colegas do Liceu que hoje se reencontraram, se reunirem em breve, num almoço convívio, quando a maratona eleitoral para as eleições europeias estiver ultrapassada.

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GNR?

Da Guarda? Mas o Vital anda metido com a Guarda Republicana?

Hum hum

27.05.2009 19:47

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