• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • A cidade que morre quando o sol se põe
  • Haiti: Um terramoto de 500 anos - Paulo Moura, em Port au Prince
  • Envie-nos uma pergunta sobre um problema da sua rua, bairro ou cidade

Envio de pareceres sobre a Lei das Finanças Locais

Sócrates rejeita acusações de pressão sobre o Tribunal Constitucional

19.12.2006 - 14:08 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O primeiro-ministro, José Sócrates, rejeitou hoje a ideia de que os pareceres enviados ao Tribunal Constitucional sobre a Lei das Finanças Locais constituam uma forma de pressão do Governo sobre o tribunal. "O Tribunal Constitucional não é pressionável", declarou o primeiro-ministro.
O primeiro-ministro considera que o Tribunal Constitucional não é sensível a pressões O primeiro-ministro considera que o Tribunal Constitucional não é sensível a pressões (Inácio Rosa/Lusa (arquivo))

Na segunda-feira, o primeiro-ministro enviou ao Tribunal Constitucional cinco pareceres de juristas que defendem a constitucionalidade dos artigos da Lei de Finanças Locais que possibilitam às autarquias dispor de até cinco por cento do IRS.

"Isso não constitui uma pressão porque o que me parece é que o Tribunal Constitucional não é pressionável. O Tribunal Constitucional agradece certamente toda a informação que esteja disponível para melhor decidir", declarou hoje José Sócrates.

Segundo o primeiro-ministro, o objectivo do envio dos pareceres foi o de "fornecer ao tribunal toda a informação na qual o Governo se baseou na elaboração da lei".

"Acho que isso é o que é normal nas fiscalizações preventivas daqueles actos que o tribunal está a apreciar. O organismo que faz esse acto envia para o Tribunal Constitucional tudo o que serviu de base ao seu bom juízo", disse. "O tribunal certamente encarará esses pareceres como mais uma informação para melhor decidir", considerou.

Os pareceres enviados para o Tribunal Constitucional foram elaborados por José Casalta Nabais, Manuel Porto, Lobo Xavier, Eduardo Paz ferreira e Saldanha Sanches.

A lei foi enviada para o tribunal pelo Presidente da República, Cavaco Silva, que manifestou dúvidas sobre os artigos 19º e 20º do diploma, aprovado a 16 de Novembro no Parlamento pelo PS com a abstenção do CDS, relativos a alterações quanto ao IRS, aos quais foram apontadas inconstitucionalidades pelo PSD e pela Associação Nacional de Municípios Portugueses.

Esses dois artigos admitem a possibilidade de os municípios decidirem como dispor até cinco por cento do Imposto sobre o Rendimento cobrado aos munícipes nos seus concelhos, podendo violar o princípio da universalidade do imposto.

  • 18 leitores
  • 13 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1280143

Comentário + votado

Esta constituição está como está porque o PS A FEZ...

Esta constituição está como está porque o PS A FEZ E O PS SEMPRE A TEM DEFENDIDO! Os poucos ...

Anónimo

20.12.2006 10:39

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.