José Sócrates distanciou-se de Carlos César e da medida do Governo Regional dos Açores de compensação aos funcionários públicos pelos cortes salariais de cinco por cento. “Lamento que o governo [regional] tenha decidido dessa maneira”, afirmou o primeiro-ministro na abertura do último debate quinzenal do ano, em resposta a uma pergunta do líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo.
José Sócrates repetiu o “lamento” por a decisão de César “introduzir uma diferença” com os funcionários públicos do continente.
Miguel Macedo havia questionado José Sócrates por esta medida de compensação como “uma imoralidade”.
A única excepção admitida pelo Governo é mesmo a “adaptação”, na definição do primeiro-ministro, da norma às empresas públicas, introduzida no Orçamento do Estado.


