• Energia de bicicletas para o DJ tocar
  • Petiscos com frango, das moelas à batata doce
  • Primeira esplanada Time Out do mundo abre na Avenida da Liberdade

Socialistas católicos lamentam que Zorrinho esteja contra revisão da lei do aborto

02.02.2012 - 20:44

  • Votar 
  •  | 
  •  1 votos 
Os socialistas católicos lamentaram nesta quinta-feira a posição do PS contra a revisão da lei do aborto, recordando que, no referendo de 1998, o agora líder parlamentar Carlos Zorrinho se juntou à campanha pelo “não”.

“Queremos lamentar a posição do nosso PS e - muito mais grave ainda - lamentar que quem a tome seja o líder parlamentar, Carlos Zorrinho, que, no referendo de 1998, fez campanha pelo ‘não’ ao aborto connosco e veio hoje dizer que é contra uma revisão desta matéria”, disse à Lusa Claúdio Anaia, porta-voz dos militantes socialistas católicos, que hoje se reuniram nas Caldas da Rainha.

O socialista recordou ainda que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, “prometeu, em campanha eleitoral, um possível referendo sobre isso”, apelando a que a promessa não seja esquecida.

O líder parlamentar do PS afirmou-se hoje frontalmente contra uma reavaliação da actual lei do aborto. Carlos Zorrinho falava aos jornalistas no final de uma reunião do Grupo Parlamentar do PS, depois de interrogado sobre uma eventual reavaliação da legislação.

“O PS entende que não há qualquer razão para alterar a actual lei sobre interrupção voluntária da gravidez. É uma lei que decorre de um referendo e que tem mostrado ser uma lei equilibrada e adequada às circunstâncias”, respondeu.

Estatísticas

  • 601 leitores
  • 2 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1532008

Comentário + votado

Quem o fizer, que o pague

Mesmo sendo catolica, estou a favor da lei do aborto. Mas acho que quem o fizer, terá de o pagar, ...

De graça, não

03.02.2012 11:30

X

Mais em Política (23 de 25 artigos)

Ferreira Leite diz que não existem garantias de que se vai conseguiam atingir os objectivos traçados no acordo com a Troika. Ferreira Leite não conseguiria “desenhar uma política melhor” do que a do Governo