Um grupo de dirigentes e delegados sindicais de todo o país e das mais variadas ordens profissionais, muitos deles da CGTP, emitiram um comunicado de apoio à candidatura presidencial de Manuel Alegre. Justificam o apoio, lembrando as diversas matérias em que, enquanto dirigente socialista e deputado, esteve ao lado dos trabalhadores.
“Quem nunca foi neutro, nunca baixou os braços, nunca fugiu de nenhum combate como Manuel Alegre, reúne as melhores condições para, como Presidente da República, contribuir para um novo paradigma político que permita edificar um Portugal de todos. Os signatários apoiam-no porque sabem que Manuel Alegre é um homem de palavra. De honra”dizem os 18 dirigentes sindicais que assinam o documento.
Para o signatários, que vão continuar a recolher assinaturas de apoio junto de outros sindicatos, “o Presidente da República deve ser uma referência nacional”, ter “um perfil ético e uma vivência e história pessoal que o garantam como fonte de inspiração no processo de desenvolvimento de políticas que concretizem o projecto inscrito na Constituição da República: democracia política, democracia económica e democracia social.”
Ainda segundo o documento, a vida política de Manuel Alegre “é um espelho em que todos os democratas, independentemente do seu pendor ideológico, se podem rever” “Nunca confundiu política com negócios, nunca colocou interesses pessoais ou ambições políticas acima dos interesses da democracia e de Portugal”, afirmam ainda.
“Com a sua palavra clara e corajosa tem defendido uma democracia isenta de jogos obscuros do poder pelo poder; como nós, tem-se batido pelos direitos dos trabalhadores e contra o Código do Trabalho, pela contratação colectiva livre e dinâmica como factor de progresso económico e social”, acentua o documento
Lembram ainda que Manuel Alegre se tem “batido contra a precariedade do emprego, os contratos a termo arbitrários e os recibos verdes ilegais, contra a não aplicabilidade das leis e dos contratos e as ofensivas contra os direitos laborais”.
A protecção social “solidária e universal e financeiramente sustentada”; uma escola pública de excelência para todos e por um serviço nacional de saúde eficiente e de grande qualidade, a “dignidade humana e profissional dos trabalhadores, contra os baixos salários e as escandalosas desigualdades sociais”; “uma justa distribuição da riqueza”, são outras batalhas que os sindicalistas dizem que Manuel Alegre esteve envolvido.
Abel Macedo, Co-Coordenador do Sindicato dos Professores do Norte e António Avelãs, Presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, (ambos membros do Secretariado Nacional da FENPROF); António Chora – Membro da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa e membro do Conselho Europeu da Empresa VW; Armindo Carvalho Membro da Comissão Executiva da CGTP-IN e dirigente do Sindicato da Alimentação e Bebidas de Coimbra; Ulisses Garrido - Membro da Comissão Executiva CGTP-IN de Lisboa; João Lourenço, membro da Comissão Executiva da CGTP-IN e dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos, Florival Lança, membro do Comité Económico e Social europeu e Mário Jorge Neves, Presidente da Federação Nacional dos Médicos, são alguns dos dirigentes sindicais que estão com Manuel Alegre.


