A candidatura de Macário Correia à Câmara de Faro às próximas eleições autárquicas foi aprovada este fim-de-semana pela concelhia do PSD-Faro por “unanimidade” e “aclamação”, disse hoje à Lusa fonte do partido, em Faro.
Macário Correia adiantou hoje à Lusa que “constatou” e “registou com agrado” a vontade dos militantes do PSD-Faro de que fosse candidato a Faro, mas preferiu remeter para “mais tarde” mais comentários.
A reunião, que contou com a presença de Macário Correia, teve lugar sábado, às 17h00, no auditório da Casa dos Rapazes, no centro de Faro, onde cerca de 50 militantes do PSD-Faro aprovaram por “unanimidade” e “aclamação” a candidatura do ainda presidente da Câmara de Tavira, adiantou fonte da concelhia do PSD.
A candidatura vai agora seguir os trâmites normais e será enviada para a distrital do PSD-Algarve a 16 de Fevereiro, acrescentou a mesma fonte à Lusa.
Na reunião, Macário Correia disse aos sociais-democratas de Faro que tinha “algumas ideias” para resolver a “médio e a longo prazo” os “problemas financeiros da autarquia de Faro” – cerca de 55 milhões de euros de dívida.
Cidade deve ser “bem equipada”
Macário Correia, na mesma reunião da concelhia, e depois de ter sido questionado sobre os problemas dos bombeiros, defendeu a junção das duas corporações de bombeiros – municipais e voluntários.
A 2 de Dezembro, Macário Correia, presidente da Câmara de Tavira pelo PSD, disse à Lusa estar a reflectir sobre os convites que recebeu para ser o candidato social-democrata à Câmara de Faro nas próximas autárquicas e prometeu uma resposta “dentro de semanas”.
Na altura, o agora candidato da concelhia do PSD-Faro, defendeu na crónica “Passeio Público”, que assina no Jornal de Notícias quinzenalmente, que Faro tem de ser “uma cidade-capital de referência”, “bem equipada” e com “boa qualidade de vida.
Macário Correia propunha, por exemplo, “uma rede de transportes repensada, dando lugar ao colectivo e com uma articulação regional fiável”, e chega mesmo a concretizar, referindo que não faz sentido que o Aeroporto Internacional de Faro esteja “desligado do caminho-de-ferro, seja ele de longa distância ou de um metro de superfície”.


