O PS de Espinho anunciou hoje que recorreu, para o Tribunal Constitucional (TC), dos resultados eleitorais no concelho por considerar que houve irregularidades e ilegalidades no processo que deu a presidência da Câmara ao PSD.
Para solicitar a nulidade do acto, o PS refere que houve runas que foarm transportadas nos carros dos presidentes de mesas e vortos cosndierados válidos apesar de terem cinscriçoes ( como “o IMI está muito alto” ou “mandem o Mota para o Brasil”). José Mota, do PS, é opresidente da Câmara que perdeu a reeleição. Liliana Ferreira, advogada,eleita pelo PS para a Assembleia Municipal e para a Assembleia de Freguesia de Espinho, sustenta que o partido “detectou imensas irregularidades e ilegalidades durante todo o processo eleitoral”.
“O Tribunal Constitucional tem que apurar responsabilidades e corrigir a situação”, acrescenta., apontando outro exemplo de irregularidades: “na mesa de voto 4, só havia 467 votantes assinalados nos cadernos como tendo comparecido para votar, mas, nas urnas, estavam 637 boletins". O caso “mais evidente”, para a eleita do PS, será o de Silvalde, onde o PSD começou por ganhar por 299 votos “quando na realidade só tinham 289”.
“As contas finais deram a Junta de Silvalde ao PSD por apenas um voto de diferença, mas o PS reclama que há um boletim de voto a favor dos socialistas que foi considerado nulo e não devia”, sustenta.
“Nesse caso”, explica Liliana Ferreira, “o resultado seria um empate e teria que repetir-se o acto eleitoral”.
O Tribunal Constitucional notificou segunda-feira todos os partidos que participaram no acto eleitoral de Espinho para se pronunciarem sobre o caso.
Depois de serem ouvidos, o TC tem 48 horas para se pronunciar.
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