• Do Brasil a Portugal vão 6764.257 km de ilustração
  • Dead Combo e skates na passerelle
  • Primeira esplanada Time Out do mundo abre na Avenida da Liberdade

Com 62 por cento dos votos

PS: Miguel Coelho reeleito líder da concelhia de Lisboa

18.03.2006 - 10:16 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Miguel Coelho lançou farpas à adversária no momento da vitória Miguel Coelho lançou farpas à adversária no momento da vitória (Carlos Lopes/PÚBLICO (ARQUIVO))
Miguel Coelho foi reeleito presidente da concelhia do PS de Lisboa, com 62,2 por cento dos votos, enquanto a sua adversária Leonor Coutinho obteve 35,99 por cento, disse hoje à Lusa fonte da Comi ssão Técnica Eleitoral.

De acordo com João Serrano, membro da Comissão Técnica Eleitoral da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) do PS, Miguel Coelho obteve 913 votos, elegendo 38 dos 61 lugares da Comissão Política da concelhia do PS de Lisboa, e Leonor Coutinho conseguiu 528 votos, elegendo 23 elementos.

João Serrano adiantou que houve 8 votos nulos e 18 brancos e que votaram nas secções de Lisboa, entre as 17h00 e as 24h00 de ontem "perto de 1500 pessoas, cerca de 35 por cento" dos militantes da capital.

Miguel Coelho, que lidera a concelhia do PS de Lisboa desde 1996, considerou os resultados eleitorais "uma vitória dos militantes que sempre entenderam que a política se faz com regras claras e com lisura".

Acusando a candidatura adversária de ter tentado "utilizar a comunicação social para intoxicar a opinião pública interna com insinuações", o deputado do PS sublinhou que "a propaganda não compensou" e foi rejeitada pelos socialistas.

"Os militantes, como era minha convicção que aconteceria, avaliaram positivamente o trabalho que eu e a concelhia desenvolvemos e entenderam que eu tinha o perfil mais adequado para liderá-la neste momento difícil", disse ainda Miguel Coelho.

Embora ressalvando "a legitimidade" da reeleição de Miguel Coelho, Leonor Coutinho salientou que "dois terços dos militantes não votaram", o que disse demonstrar "a pouca militância das pessoas". "A chuva tem alguma coisa que ver com isso, mas há uma falta de militância muito grande. Provavelmente porque não acreditam nas estruturas locais", acrescentou a deputada, considerando tratar-se de "um fenómeno geral" que deve suscitar reflexão.

Estatísticas

  • 11 leitores
  • 0 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1251120

Comentário + votado

X

Mais em Política (4 de 8 artigos)

O autarca de Vila Nova de Gaia defendeu a eleição directa apenas do líder do partido Acordo no PSD sobre directas só para o líder do partido